quarta-feira, 23 de maio de 2012
ACHE A LABIGÓ
SEARA LÚDICA apresenta... mais uma da séria série PASSATEMPO...
Gaste retina e tempo com paciência espiando a foto acima e responda a seguinte pergunta:
Cadê a labigó do rabinho "cotôco" que se mostrou pra mim balançando a cabecinha na maior gaiatice (me deu a língua, juro! rs) bem na hora em que fiz a foto pra mostrar cores e formas de um matagal floridinho?!
RECADO DE PASSSARINHO
Não fiz a foto nem presenciei o momento, mas traduzo mais uma pra vocês. Como disse, leio as falas de aves pelo olhar e pelos gestos delas. Pois é. Sabendo que apareceria no Facebook e que a foto seria vista/compartilhada por mim, a ave aproveitou para mandar um recado:
- Aí, galera... da próxima vez, façam o favor de deixar a torneira menos apertada! Combinado?!
Pois é. Já disse que converso com seres, plantas e bichos. E que invento e até aumento, mas não escondo nada.
Até!
FONTE DA FOTO: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=361888013865526&set=a.246847725369556.64445.100001329917261&type=1&theater
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
ERÊ
ERÊ é o mais novo morador do LAR DO BARDO. Uma doação do amigo poeta Gilson Cavalcante. Foi encontrado numa rua de Taquaruçu, todo choroso. Chegou tão novinho e desgarrado que logo deu um jeito de continuar mamando: chupa os próprios mamilos. Tá crescendo viciado nisso.
Além de “mamar” no próprio peito, já come ração, bebe leite e traça alguns bichinhos no quintal. Preferencialmente, caça e devora calangos e lagartixas. A calangada tá que chia pro Conselho Consultivo gerido por DEDO-DURINHO.
Mas ERÊ não tá nem aí pra isso. Tem natureza felina e, claro, não nega a raça de gato de rua; é um predador nato. Só ainda não caça rato e passarinho. Pelo visto, treina intensamente neste sentido: sobe feito bala em troncos de árvores, escala habilmente esteios da varanda, dá pinote pra frente, pra trás, de lado, galopa e upa como um cavalinho.
ERÊ é féla. Passa o dia fantasiando batalhas mirabolantes com seu juizinho de filhote inquieto: avança, recua, amoita, espreita, se ajeita, planeja... tudo meticulosamente. Ora ataca, ora se defende, calcula demoradamente cada passo. De vez em sempre salta pro alto, como se fugisse de botes de ávidas serpentes.
Em algumas situações, pentelha me cercando em rompantes fantásticos de brincadeira de pega. Eu gargalho com suas presepadas.
Ah! A bicharada do LAR DO BARDO pediu a MESTRE BRANCO que dê um corretivo no "presente" do poeta Gilson. Vamos esperar pra ver no que vai dar tudo isso.
Até!
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
MESTRE ALADINHO
Viajo na leveza de um beija-flor que tem visitado a casa diariamente. Chega de repente, pairando meticulosamente aqui e ali, em algumas situações até bem próximo de mim, como se dissesse... “dá licença?!”
Vem beijar flores, mas também buscar fios de teia de aranha que extrai do telhado, no interior da casa e na varanda. Seguramente pra amarrar talinhos de um ninho em construção.
Não é de hoje que o aladinho me estimula a matutar sobre sua mestria de arquiteto. E assim me desperta ainda mais a atenção para os segredos e mistérios de uma outra ARQUITETURA: a VIDA.
Agora mesmo respiro a plenos pulmões para senti-la. Que maravilha ela pulsar em mim e em todos os seres. Que bacana sentir-se parte do Todo inabarcável mas perceptível. Que bom compreender isto que é tão complexo quanto simples.
FOTO: Cultura Mix
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
O "NEGÓCIO" É CUIDAR
Dia desses, num lampejo, o TudoUM me falou da Criação que explode em Luz e Vida desde a janela dos nossos olhos até o horizonte azul infinito:
- Olha! Minha empresa. Tudo funcionando. E na faixa, de graça, 0800 total pra todos; principalmente vocês que se acham com esse papo de que foram criados à minha imagem e semelhança. Só da boca pra fora, isso que falam. Em vez de me ajudar a CUIDAR estão é DETONANDO. Um assanho mercantil, consumista, materialista. Entendam que fiz vocês com inteligência para que me ajudem CUIDAR DA VIDA. Entendam de uma vez isso. E deixem de culto ao deus DINHEIRO que compra até dignidade humana, mesmo sendo de papel e de mentira. Ah! Não me amolem com pedidos e lamúrias... ‘Ai, meu Deus!!! Ó meu Deus!!! Ô meu Deus!!!’. Aff!!! Parem com isso!!! Estou farto do olho gordo de vocês; só querem brasa pras suas sardinhas; vivem de cuidar do próprio umbigo; uns insaciáveis. Se toquem! Depois que detonarem as coisas naturais e essenciais à vida na Terra, aí irão entender que o DINHEIRO não tem PODER para FAZER O QUE EU FAÇO!”
Pois é. Não tomem por lorota, apesar da alegoria. Converso com seres, plantas e bichos. Invento e até aumento, mas não escondo nada.
Até!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
LAR DO BARDO
Pronto! Vou assumir o lado jardineiro produtor de pequenos arranjos. Que tal minha mini-bromélia em cochinho de casca de caju e suporte de talo de goiabeira?
E aí... gostaram?
Pois é. Vou assuntar. Logo abro uma página com fotos de plantas, uma lojinha virtual. Aí verei finalmente a cor da gaita de alguns de vocês
GLOSSÁRIO
1. GAITA - é um instrumento de sopro, mas aqui significa dinheiro; é uma gíria, como GRANA, CASCALHO, BUFUNFA, FAZ-ME-RIR etc
2. ASSUNTAR - o mesmo que ouvir, escutar, apreciar pela audição; pode também ser aplicado no sentido de prestar atenção, matutar, filosofar etc
terça-feira, 16 de agosto de 2011
ARAGUAIA
As praias altas são de bordas soltas que se derramam por sulcos nos canais que unem braços do rio espraiado. O tempo e o vento se encarregam de modelar as beiradas, revelando paisagens inspiradoras.
Meu amigo matuto sabe disso e, contornando tais praias, fotografa de ângulos sempre mais baixos. Seguramente para ressaltar formas e dar a elas dimensões imaginárias.
Agora mesmo ele me enviou estas duas acompanhadas dos seguintes versos. Pois é...
ó praia de grãos movediços
que se derramam pelas fendas
em bordas de líquidas contendas
com quantos dias de vento
te modelam a formosura
e de duna te dão estrutura?
de que forma te sustentas
desde a beirada rasa
solta sob o sol em brasa?
a liga de tuas camadas
de mini-paredões que invento
foi feita de que cimento?
com que rimas devo emendar
no mar de palavras frio e vário
este meu repente desnecessário?
ó praia de grãos movediços
eu sou o canto de teus rebuliços
que se derramam pelas fendas
em bordas de líquidas contendas
com quantos dias de vento
te modelam a formosura
e de duna te dão estrutura?
de que forma te sustentas
desde a beirada rasa
solta sob o sol em brasa?
a liga de tuas camadas
de mini-paredões que invento
foi feita de que cimento?
com que rimas devo emendar
no mar de palavras frio e vário
este meu repente desnecessário?
ó praia de grãos movediços
eu sou o canto de teus rebuliços
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
CACHOEIRA DA VELHA
.
nada se assemelha
ao dizer do povo...
a cachoeira da velha
faz chuá no rio novo
Foto – longa exposição à meia–lua na Cacheira da Velha / Jalapão – TO / Rezende
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
MIUDINHA
.
Espreitando miudezas, percebe-se um mundo sutil repleto de seres que não se mostram a olhares apressados.
Viram o "detalhe" no centro da florzinha em primeiro plano?
Acompanhem a sequência de imagens da mesma cena...
Notaram a aranha miuda (a flor não é maior que uma unha de mindinho) saindo de ré, acanhada, de fininho? Pois é. Isso aconteceu depois que eu - percebendo que aquele "miolinho" não era da flor - joguei verde pra colher maduro:
- Tô ligado, ô da bunda de fora!!!
Vejam como a araninha ficou encabulada.
Pois é. Depois eu conto outra.
Converso com seres, plantas e bichos.
Invento e até aumento, mas não escondo nada.
Até!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
BESTA É TU!!!
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eu é que não assovio
para atiçar o peru
se a gente vai de fiu-fiu!
para atiçar o peru
se a gente vai de fiu-fiu!
ele vem de glu-glu-glu!
o que traduzido a fio
o que traduzido a fio
só pode ser “besta é tu!”
Evite pelejar com perus, assoviando para que respondam. Desengonçados teimosos, tiram sarro da cara da gente. São capazes de passar uma vida inteira respondendo “Besta é tu!” a quem assovia para eles. Pior é que, depois, contam orgulhosos para os outros bichos:
- Peguei mais um besta! Peguei mais um!
Pois é. Entendam o meu velho e já manjado mote: invento e até aumento, mas não escondo nada.
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